Estilo Militar e Militarismo

História

 

Vamos perceber um pouco mais sobre  Estilo Militar e Militarismo. A relevante importância do papel da mulher e a sua participação na Segunda Guerra Mundial tem sido alvo de análises ao longo dos anos.  Muitas mulheres trocaram os aventais pelos uniformes de guerra e serviram o seu país ao lado dos seus companheiros, contribuindo para a igualdade dos géneros. Nas roupas, os detalhes e cortes dos uniformes masculinos foram adaptadas para as silhuetas mais curvilíneas, mantendo todos os códigos dos trajes militares

Esses trajes militares começaram a influenciar o roupeiro feminino por volta dos anos 40. Após a época Mad Men, os trajes foram usados pelos manifestantes durante a manifestação anti-guerra. Décadas depois, durante os anos 90, o movimento grunge usaria os mesmos itens, mas desta vez misturados com camisas, calças jeans e vestidos vintage e a adesão foi imediata.

 

Atualidade

Nas últimas edições das semanas de moda, os designers criaram versões de alfaiataria com a atitude irreverente do passado. Estampas florais são impressas nos tecidos camuflados, saias lápis aparecem combinadas com jaquetas de estilo militar e as gabardines são usadas com salto altos.  Esta estética militar repaginada, de certa forma relembra às mulheres daquele período de luta e sofrimento, mas com uma forte feminilidade e praticidade atemporal.

Militarismo

A influência militar é tão recorrente no mundo da moda que já se tornou numa tendência clássica e aposta certeira. Ultimamente tem-se falado muito em MILITARISMO.  No vai e vem de tendências (a moda é cíclica), as marcas inovaram na modelagem e apostaram numa versão mais ‘chic’ do militarismo, transformando-o em ícone da moda, recorrendo aos tecidos pesados e cortes mais retos, sem dispensar a sensualidade das fendas e decotes.

 

 Minha Escolha

Loos simples e ausente de qualquer truque de Styling. Escolhi o vestido na verde musgo (presença militar) e contrastei com os sapatos de estampa animal. A clutch bag preta serviu para harmonizar toda a produção puxando pelos pormenores dos brincos.

Espero que tenham gostado.

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O Que Estou  Usar?

Vestido Verde Musgo: Miss Selfridge 

Shoes: Guess

Bolsa: Old

Fotos: Ana Mendes

 

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Calça Flare

Todos nós já ouvimos falar delas, mas com outro nome “Calças a Boca de Sino”.
As calças Flare (boca de sino), marcaram os anos 70 e eram o elemento essencial nas vestimentas dos seguidores dos estilos hippie e Boho.

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Pale Dogwood

É caso para dizer que ultimamente a cor-de-rosa substituiu o eterno preto. As ruas estão cada vez mais ROSADAS, dando a impressão de estarmos a viver num conto de fadas onde tudo é colorido, perfeito ou numa loja de guloseimas.

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Salto Alto vs Louboutin

Creio que todas as mulheres têm pelo menos um par. Mas, este acessório indispensável para nós Mulheres (salto alto) já fez parte do roupeiro MASCULINO.

Reza a história que os primeiros sapatos de salto alto foram inventados para auxiliar os cavaleiros Persas nas montarias. O Bata Shoe Museum, em Toronto – Canadá, tem exposto alguns pares.

Em finais do século XVI, os saltos altos conquistaram o roupeiro masculino com a disseminação da cultura Persa pela Europa. Nos séculos XVI a XVII, os sapatos de saltos altos eram bastante populares entre os membros das classes mais privilegiadas. Um dos grandes utilizadores foi o Monarca Francês Rei Luís XIV, que decretou a utilização dos saltos vermelhos como o dele, apenas aos membros da sua corte, criando desta forma a distinção entre os Nobres e os Plebeus.

O Designer Christian Louboutin, teve como referência e inspiração este facto histórico para criação dos seus calçados, associando a sola vermelha á sua marca pessoal. Em 2008, Louboutin conquistou a patente da Sola vermelha, mas não a sua exclusividade.

Por volta de 1740, na luta pela igualdade de géneros e em consequência de algumas mudanças comportamentais dos homens, as mulheres decidiram adoptar alguns hábitos masculinos tais como fumar, usar calças, usar cabelo curto. Decidiram ainda, adoptar algumas peças masculinas ao roupeiro feminino, dentre elas o sapato de salto alto que perdura até hoje sob o nosso reinado. 

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Vichy-or-Gingham

Algumas estampas nunca deixam de estar na moda, apenas têm os seus altos e baixos em consequência da evolução do mundo da moda. O vichy, também conhecido como Gingham, atualmente tem feito parte das coleções de estilistas por todo o mundo. A tendência foi hit nos anos 50 e 60 e ficou eternizada pela Brigitte Bardot.

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Escapadela Nazaré

Mais do que qualquer outra vila piscatória de Portugal, a Nazaré tem alimentado a mitologia do homem do mar, o herói que enfrenta grandes perigos para retirar o sustento do seu dia a dia. Conhecida pelas ondas gigantes s  que podem alcançar mais de 30 metros de altura, a pequena Nazaré, atrai os surfistas mais radicais oriundos de toda a parte do mundo. Mas, a cidade tem muito a oferecer aos viajantes que ali procuram desopilar o stress do dia-a-dia, descobrir novos sabores gastronómicos ou simplesmente fazer praia.

Onde ficar?

A vida apresenta, uma oferta diversificada de alojamento, com condições de excelência, rodeados de vistas panorâmicas únicas, que tornam a estadia bastante aprazível e inesquecível, quer sejam empreendimentos modernos ou tradicionais.

Preferi o turismo tradicional, optando pelo alojamento house Sweet Praia. Espaço muito acolhedor, com todo o conforto caseiro. Dispõem de uma decoração moderna, incluindo a “bubble chair” no quarto. A cozinha é equipada com os equipamentos elétricos e eletrónicos essenciais que nos permitem confecionar as nossas próprias refeições (o chá e o café são cortesia da casa 😊)

A casa de banho é moderna, com ótimas condições. Aliás, tirando a ausência de uma banheira, oferece todas as condições de um hotel 3-4 estrelas. As roupas de banho e de cama estavam limpas e higiénicas. A dona de espaço chama-se Ema e é de uma simpatia inigualável. Não só foi-nos buscar a estação rodoviária como ainda se disponibilizou para providenciar um pedido extra (organizar uma pequena surpresa ao aniversariante). Recomendo!

O que visitar?

Sítio da Nazaré

O interesse histórico-religioso e uma beleza natural incomparável constituem os grandes atractivos do Sítio da Nazaré. O Miradouro do Suberco, a 110 metros de altitude, abre-se a um dos mais belos panoramas marítimos de Portugal. Oferece ainda,  uma das vistas mais impressionantes e amplas de toda a costa Portuguesa. O Largo de Nossa Senhora da Nazaré tem uma das melhores varandas sobre a região: avista-se a serra de Mira de Aire e serra dos Candeeiros, toda a costa desde a Nazaré até Peniche.

Ascensor de Nazaré

A melhor forma de chegar ao Sítio da Nazaré é de ascensor: a viagem da Nazaré até ao Sítio é verdadeiramente encantadora. O ascensor foi inaugurado em 1889, sendo dos mais antigos equipamentos públicos do género em Portugal. O projeto é de autoria do engenheiro Raul Mesnier, também responsável pelos famosos elevadores de Santa Justa, da Glória e da Bica em Lisboa.

Ermida da Memória 

Pequena capela erguida no local onde supostamente Frei Romano depositou a imagem de Nossa Senhora de Nazaré em 714, depois da sua fuga do mosteiro de Cauliniana em Mérida, acompanhado pelo rei D. Rodrigo. Para além da representação do milagre de Nossa Senhora da Nazaré encontra-se na Ermida da Memória uma lápide que descreve o milagre de acordo com a versão de Frei Bernardo de Brito.

Santuário de Nossa Senhora da Nazaré

Foi um importante centro de peregrinação católica, sobretudo nos séculos XVII e XVIII. A divulgação impressa e iconográfica da história do milagre de Dom Fuas Roupinho, da responsabilidade do monge da ordem de Cister frei Bernardo de Brito, a partir de 1600, terá contribuído para o desenvolvimento do culto.

Entre a capela e o santuário, existe uma pequena feira tradicional. Aconselho experimentarem os doces tais como: figos secos, milho frito, biscoito de amendoim …etc. As feirantes trajam-se de forma tradicional, o que por se só já torna interessante a visita. 

Onde comer?

Esta é a melhor parte rsrs. Bem, fiquei com impressão que se come muito bem em Nazaré. Não tivemos tempo para explorar diversos restaurantes, pelo que decidimos descobrir os que nos foram recomendados pela D.Ema e outros por mera curiosidade.

Pequeno almoço– Fizemo-lo em casa, recorrendo ao pingo doce que dista a 750 m do local onde ficamos.

Restaurante Arimar – Que maravilhosa surpresa. Fica próximo do santuário da nossa senhora da Nazaré, enquadrado numa morfologia geológica privilegiada. Ali, a vista panorâmica é tanto perfeita quanto a comida. Optamos pela sopa de peixe e pelo arroz de marisco. Ambos os pratos estavam MARAVILHOSOS. Apetecia-me mergulhar no caldo do arroz. Preferimos a sangria de vinho tinto, para refrescar e contemplar o por-do-sol. Definitivamente havemos de lá voltar. Recomendo.

Restaurante Tosca Gastro Bar – Recomendação da D. Ema. Cozinha gourmet muito bem confecionada. Como entrada preferimos almondegas de alheiras com molho de frutos silvestres. Verdadeira perdição. O prato principal, foi o polvo com molho de manga e batatas a muro. O polvo estava no ponto certo, muito bem cozinhado, tenro e suculento. O local é muito acolhedor e agradável. Decoração moderna e com boa musica ambiente.

Restaurente Aleluia – de frente a praia numa rua muito movimentada. O restaurante é simpático e come-se bem. As nossas escolhas foram sopas de peixe, carapaus à Espanhola e arroz de Tamboril. Tudo muito gostoso e em doses generosas.

Gelataria gelatoMania – Para finalizar o dia de praia e refrescar do calor intenso, optados pelo momento “guloso”. Local muito movimentado, mas não achei os gelados nada de especial. O crepe não era dos melhores, alias, quase que não se sentia o sabor. O mesmo para o gelado.

Até a próxima ESCAPADELA!

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